quarta-feira, 9 de julho de 2014

LIXO URBANO, UMA RESPONSABILIDADE COLETIVA.PEQUENO GESTO GRANDES RESULTADOS


Muitos dos problemas vividos nas grandes e pequenas cidades estão voltados direto ou indiretamente ao comportamento humano.
Um gesto indolor, um cigarro, um embalagem de bombom, um palito de picolé são posturas iniciais que muitas das vezes parecem indefesos sem dano imediato, mas que caminha para uma tragédia urbana.


A postura sócio-ambiental não está nos padrões que possam colaborar com um lixo organizado, passando no eixo da reciclagem, ou aterramento. Muito dos problemas hoje vistos, nos centros urbanos seja de cidade maior ou menor, estão correlacionados ao acaso que permeiam os cuidados com o lixo gerado por toda a cadeia humana. Todos os acúmulos começam muitas vezes pela falta de seletividade dos resíduos dentro das próprias 


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residências. Aqui, seja refletido quão bom seria que pudéssemos compreender que somos um forte contribuinte para as enchentes causadas pelos resíduos que poderiam ser reciclados e não o fizemos.
Vejamos. Na maioria das vezes a coleta urbana já tem o horário pre-estabelecido para a retida do lixo, e os moradores ignoram, e após a coleta passar em suas casas, dez, vinte, trinta minutos depois o vizinho sai com o pacotão de resíduo e põem de fronte a residência. Inúmeras vezes é possível observar esse comportamento de um ou outro que não faz sua parte com um simples gesto.
Assim o lixo colocado na rua após a limpeza pública passar, fica ali por 24 horas a mercê dos animais, como cachorros, gatos, ratos e outros que em busca de alimentos acabam abrindo as embalagem de lixo espalhando o que nele há, ficando vulnerável a temperes como chuvas que levam aos bueiros e valas (registro de passagem, serviços muitas das vezes mal realizado pelo órgão público), causando entupimento e consequentemente enchentes.



Rosenildo Teófilo




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