LIXO URBANO, UMA
RESPONSABILIDADE COLETIVA.PEQUENO GESTO GRANDES RESULTADOS
Muitos dos
problemas vividos nas grandes e pequenas cidades estão voltados direto ou
indiretamente ao comportamento humano.
Um gesto
indolor, um cigarro, um embalagem de bombom, um palito de picolé são posturas
iniciais que muitas das vezes parecem indefesos sem dano imediato, mas que
caminha para uma tragédia urbana.
A postura
sócio-ambiental não está nos padrões que possam colaborar com um lixo
organizado, passando no eixo da reciclagem, ou aterramento. Muito dos problemas
hoje vistos, nos centros urbanos seja de cidade maior ou menor, estão
correlacionados ao acaso que permeiam os cuidados com o lixo gerado por toda a
cadeia humana. Todos os acúmulos começam muitas vezes pela falta de
seletividade dos resíduos dentro das próprias
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residências. Aqui, seja refletido
quão bom seria que pudéssemos compreender que somos um forte
contribuinte para as enchentes causadas pelos resíduos que poderiam ser
reciclados e não o fizemos.
Vejamos. Na
maioria das vezes a coleta urbana já tem o horário pre-estabelecido para a
retida do lixo, e os moradores ignoram, e após a coleta passar em suas casas,
dez, vinte, trinta minutos depois o vizinho sai com o pacotão de resíduo e põem
de fronte a residência. Inúmeras vezes é possível observar esse comportamento
de um ou outro que não faz sua parte com um simples gesto.
Assim o lixo
colocado na rua após a limpeza pública passar, fica ali por 24 horas a mercê
dos animais, como cachorros, gatos, ratos e outros que em busca de alimentos
acabam abrindo as embalagem de lixo espalhando o que nele há, ficando
vulnerável a temperes como chuvas que levam aos bueiros e valas (registro de
passagem, serviços muitas das vezes mal realizado pelo órgão público), causando
entupimento e consequentemente enchentes.
Rosenildo Teófilo
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